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lunes, 5 de enero de 2015

Call for Abstracts: III Hermeneia International Symposium

Evento: III Hermeneia International Symposium
Tema: "Metaphysics and the Linguistic Turn"
Fechas: 17 al 19 de agosto de 2015
Lugar: Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil
Idiomas: Inglés, portugués y castellano
Deadline: Envío de propuestas hasta el 15 de abril de 2015



Call for Abstracts
III HERMENEIA INTERNATIONAL SYMPOSIUM
Metaphysics and the Linguistic Turn
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Florianópolis-SC, Brazil
August 17-19th, 2015

What is the kind of language that suits to the phenomenological description? Is this language able to avoid aporias that come from classical metaphysics? Or is every language essentially metaphysical? These questions have received different approaches, many of them with relevant repercussions for contemporary philosophy. Reflections on language are central whatever the work we consider in Edmund Husserl’s phenomenology. Martin Heidegger’s fundamental ontology tries to reach a primordial way of thinking by forging a vocabulary that presents the phenomena as such, while uncovering the originary meaning of fundamental concepts by means of a destruction of the metaphysical tradition. After the Kehre, Heidegger underlines the “originary words” that founded philosophy, such as logos, moira, physis, and so on, in order to reveal the “unthought” (das Ungedachte) of metaphysics, and to prepare the thinking of another beginning. Unlike Heidegger, who traces metaphysics back to a genealogy in which it becomes consolidated, Hans-Georg Gadamer rejects the very idea of a “language of metaphysics” and proposes instead the dialogue as the medium in which metaphysical assumptions may be revealed and confronted. Jacques Derrida, in turn, accuses Heidegger of not being able to overcome metaphysics, whereas the onto-theology of latter remains within the metaphysics of presence – logocentric and phonocentric. With this on mind, Derrida approaches the aporia of metaphysics through terms as trace, iterability, dissemination, difference, and non-presence. Paul Ricoeur’s discussion on the symbolic character on language and the correspondent idea of a surplus of meaning shades new lights on language and metaphysics, while Emmanuel Levinas identifies the surplus with the metaphysics itself, as the very condition of possibility of ethics.

Taking this into consideration, we welcome submissions on the relation between metaphysics and the linguistic turn achieved by contemporary phenomenology and hermeneutics considering the following axes:

a) Human Sciences and Metaphysics
b) Ethics, Politics, and Language
c) Hermeneutics and Deconstruction
d) Poetry, Art, and Metaphysics
e) Metaphysics, Historicity, and Temporality
f) The Language of Metaphysics


SUBMISSION GUIDELINES

Scholars interested in presenting a paper are invited to submit an electronic abstract that fits in one of the themes of the thematic axes mentioned (named “Abstract”, format: doc or rtf, with the following information: paper title, thematic axis in which the paper is included, abstract between 400 and 500 words in Times New Roman typeface size 12, interspaced 1.5, justified paragraphs) and attach a separate title page named "Author Information" that includes the author's name, institutional affiliation, and email address. We expect participants to have 20 minutes for presentation and 10 minutes for discussion. Proposals in Portuguese, English, and Spanish can be submitted by e-mail at simposiohermeneia@gmail.com;. Notification of acceptance will be available at the official page http://nim.cfh.ufsc.br/hermeneia.html by April 30, 2015.

Deadline for submission: April 15, 2015
Publication: All abstracts will be published in a volume of proceedings. 


KEYNOTE SPEAKERS

Daniel Dahlstrom (Boston University)
George Heffernan (Merrimack College)
Jean Grondin (Université de Montréal)
Jeffrey Bloechl (Boston College)
Mário Angel González Porta (PUC-SP)
Paulo Cesar Duque Estrada (PUC-RJ)
Róbson Ramos dos Reis (UFSM)
Tomás Domingo Moratalla (Universidad Complutense de Madrid)


ORGANIZING COMMITTEE

Adna Candido de Paula (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri – UFVJM)
Celso Reni Braida (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC)
Cláudio Reichert do Nascimento (Universidade Federal do Oeste da Bahia – UFOB)
Gustavo Silvano Bastista (Universidade Federal do Piauí- UFPI)
Roberto Wu (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC), Chair of the Organizing Committee

Institutional support: CAPES, UFSC
More information: http://nim.cfh.ufsc.br/hermeneiaenglish.html
Contact: simposiohermeneia@gmail.com

viernes, 2 de enero de 2015

Call for Papers: Ricoeuriana Vol. 1, Nº 1 (Primavera 2015)

CFP: Artículos para el Vol. 1, Nº 1 (2015) de la revista Ricoeuriana
Tema: "La actualidad de Paul Ricoeur en una perspectiva iberoamericana"
Idiomas: Español y portugués
Formato: Publicación impresa
Institución: Asociación Iberoamericana de Estudios Ricoeurianos (ASIER)
Deadline: Envío de artículos hasta 15 de febrero de 2015




A Ricoeuriana, revista oficial da Associação Ibero-Americana de Estudos Ricoeurianos (ASIER) vem por este meio lançar a chamada de contribuições para o seu primeiro número, a ser publicado em Março de 2015. Este número será dedicado ao tema “A Atualidade de Paul Ricœur numa Perspetiva Ibero-Americana”. A Ricoeuriana é uma publicação científica de acesso livre, revista por pares e que aceita artigos, entrevistas, traduções e recensões de livros em português ou espanhol. Tem uma periodicidade semestral, publicando em cada ano dois números, respetivamente nos meses de Abril e Outubro. Os objetivos da revista são a produção científica original, a divulgação da obra de Paul Ricœur e a discussão de temas ou autores com afinidades com a filosofia ricoeuriana. Ricœur foi um dos pensadores mais prolíficos do século XX, cuja abertura de pensamento se fez sentir um pouco por todo o mundo, e o espaço ibero-americano não é exceção. A constituição da ASIER (http://asiernet.org) é uma prova da grande fecundidade do pensamento de Ricœur na América Latina e Península Ibérica, também comprovado pelo facto da esmagadora maioria dos livros do autor francês estarem publicados em português e espanhol, e pelo grande número de artigos e teses sobre a sua filosofia escritos nos dias de hoje. Assinalando a passagem de uma década sobre o seu falecimento, podemo-nos perguntar: qual a atualidade do pensamento de Ricœur, hoje? Será que as múltiplas contribuições originais avançadas por Ricoeur ainda têm alguma relevância no pensamento dos nossos dias? E será que ele nos pode ajudar a pensar o futuro? Assim sendo, este número inaugural da revista pretende refletir sobre a presença e importância da filosofia ricoeuriana em geral, mas com particular atenção às correntes de pensamento ibero-americanas. As contribuições a enviar para este número inaugural podem, por exemplo, inspirar-se na seguinte lista (não exaustiva) de possibilidades:

1) A história da recepção de Ricœur no espaço ibero-americano, incluindo as traduções das suas obras mais importantes nos diferentes países, os filósofos marcantes que estudaram com Ricoeur ou foram significativamente influenciados por ele;

2) Abordagens comparativas entre Ricœur e outros filósofos ibero-americanos emblemáticos (Ortega y Gasset, Dussel, etc.);

3) Abordagens temáticas que mostrem a intersecção entre o pensamento ricoeuriano e outras correntes: por exemplo, a importância da filosofia ricoeuriana no contexto de uma interação possível com as “epistemologias do sul”;

4) A abertura do pensamento ricoeuriano e a sua forma peculiar de conciliar diferentes tradições: filosofia continental, filosofia analítica... pensamento ibero-americano?;

5) Aplicações da hermenêutica ricoeuriana para a interpretação da obra de autores ibero-americanos de referência, incluindo escritores de língua portuguesa ou espanhola e particularmente autores que possam ter contribuído para pensar a identidade ibero-americana (Cervantes, Garcia Marquez, Neruda, Saramago, etc.);

6) A recepção literária de Ricœur nos diferentes países Ibero-americanos, e o uso que é feito da sua teoria da narrativa;

7) Serão igualmente bem-vindas traduções de textos de Ricoeur inéditas em português ou espanhol.

Prazo e Normas de Submissão
Todas as submissões devem ser enviadas até ao dia 15 de Fevereiro de 2015.

Todos os artigos, entrevistas, e traduções devem respeitar um limite máximo de 10 mil palavras (50.000 caracteres). No caso das recensões esse limite é de 2 mil palavras (10.000 caracteres).

A Ricoeuriana segue as normas de edição do Chicago Manual of Style, cuja última versão pode ser consultada em http://www.chicagomanualofstyle.org/contents.html. Todas as submissões devem ser feitas através da página da revista em http://impactum-journals.uc.pt/ricoeuriana. O autor deve registar-se em http://impactum-journals.uc.pt/index.php/ricoeuriana/user/register, fornecendo o seu e-mail e dados pessoais e toda a gestão do processo será feita em linha. Todas as submissões terão direito a resposta dentro de um prazo razoável, no final do qual o autor receberá uma notificação por e-mail com a decisão final.

Os Editores: César Correa Arias, Gonçalo Marcelo, Patrícia Lavelle, Tomás Domingo Moratalla

domingo, 23 de junio de 2013

Lecturas de la Copenhagen Summer School 2013: Phenomenology and Philosophy of Mind

Se acerca la realización de dos escuelas de verano de fenomenología en Europa que se han vuelto habituales: la de Colonia, organizada por el Husserl-Archiv de esa ciudad en conjunto con el de Lovaina, dedicada a temas esenciales de la fenomenología, y la de Copenhague que este año estará dedicada a la fenomenología y filosofía de la mente. No se trata en esta última de una mezcla de fenomenología husserliana y anglosajona filosofía de la mente, sino de una entera aproximación fenomenológica a la mente. Los organizadores acaban de poner a disposición el listado de lecturas que deben ser leídas, algunas de las cuales pueden ser descargadas libremente. El listado es el siguiente:
 
 
Steven Crowell

Crowell, S. (2013) “Being answerable: Reason-giving and the ontological meaning of discourse” in Normativity and Phenomenology in Husserl and Heidegger. Cambridge: Cambridge University Press. p. 214-36.

References to "Being ansverable"

Crowell, S.  Why is Ethics First Philosophy? Levinas in Phenomenological Context”. European Journal of Philosophy. DOI: 10.1111/j.1468-0378.2012.00550.x

Sara Heinämaa

Heinämaa, S. (2012) “The Body”, in The Routledge Companion to Phenomenology, (eds.) Søren Overgaard and Sebastian Luft, Routledge, p. 222-231.

Steinbock, A.(2005) Home and Beyond: Generative Phenomenology After Husserl, Northwestern.
Chapter 8: Concordance and Discordance, pp. 129-137.Chapter 9: The Normal as the Optimal and Optimizing Comportment 138–147

Jeff Malpas

Malpas, J. (2011)  “What is Common to All: Davidson on Agreement and Understanding” in Jeff Malpas (ed.), Dialogues with Davidson: Acting, Interpreting, Understanding. Cambridge, Mass.: MIT Press.  pp.259-280

Davidson, D. (2001) “Three Varieties of Knowledge”, in Subjective, Intersubjective, Objective. Oxford: Clarendon Press.  pp. 205-220

Heidegger, M. (1971), “The Thing”, in Poetry Language Thought, trans. Albert Hofstadter. New York: Harper & Row, 1971. pp.165-182

Søren Overgaard and Rasmus Thybo Jensen

Crane, T. (2011) “The Problem of Perception”, Stanford Encyclopedia of Philosophy (Spring 2011 Edition), Edward N. Zalta (ed.).
Available at: http://plato.stanford.edu/entries/perception-problem/

Noë, A. (2005) ”Real Presence”, Philosophical Topics http://philpapers.org/asearch.pl?pubn=Philosophical%20Topics 33 (1):235-264 Draft available at: http://ist-socrates.berkeley.edu/~noe/RealPresence.pdf

Recommended Background Reading:

Husserl, E. Logische Untersuchungen (various publishers), V. Untersuchung, Zweites Kapitel (§§9-21)English: Logical Investigations (Routledge), 5th Investigation, Chapter 2.

Husserl, E. Analysen zur passiven Synthesis (Nijhoff 1966; reprints by Kluwer/Springer), §§ 1-4.English: Analyses Concerning Passive and Active Synthesis (Kluwer/Springer, 2001), Part 2, §§1-4 (pp. 39-62)

Merleau-Ponty, M. (1945, reprint 1996), Phénoménologie de la perception , Gallimard.
From Part II, Chapter 2,  "L'Espace", pp. 340-344; pp. 294-298 in C. Smith's translation, Routledge & Kegan Poul 1981; pp. 308-311 ("ix. The ambiguity of consciousness") in D.A. Landes' translation, Routledge, 2012.
From Part II, Chapter 3, "La Chose et le Monde Naturel", pp. 385-397; pp. 334-345 in C. Smith's translation Routledge & Kegan Poul, 1981; pp. 349-360 ("D. Verification through the Analysis of Hallucination") in D.A. Landes' translation, Routledge, 2012.
From Part III, Chapter 1, "Le Cogito", pp. 423-468; pp. 369-409 in C. Smith's translation Routledge & Kegan Poul, 1981; pp. 387-431 in D.A. Landes' translation, Routledge, 2012.

Dan Zahavi

Carr, D. (1986) “Cogitamus Ergo Sumus: The Intentionality of the First-Person Plural” , Monist69:4. p.521

Rakoczy, H. (2009) “Collective intentionality and the roots of human societal lifein Röska-Hardy & Neumann-Held (Eds.) Learning from Animals? East Sussex: Psychology Press.


Más información en: http://cfs.ku.dk/summer-school-2013/

domingo, 16 de junio de 2013

IV Congreso Internacional de Fenomenología y Hermenéutica: Actualidad y proyección del pensamiento antiguo

Evento: IV Congreso Internacional de Fenomenología y Hermenéutica
Tema: Actualidad y proyección del pensamiento antiguo
Fechas: 20 al 22 de noviembre de 2013
Lugar: Universidad Andrés Bello, Santiago de Chile
Idiomas: Español
Deadline: Envío de resúmenes hasta el 30 de junio de 2013



El Departamento de Humanidades de la Universidad Andrés Bello, convoca a todos aquellos académicos cuyo tema de investigación se enmarca en el ámbito del pensamiento clásico, la fenomenología y la hermenéutica a participar en la cuarta versión del Congreso Internacional de Fenomenología y Hermenéutica, que tendrá lugar en Santiago de Chile, entre los días 20 y 22 de noviembre del año 2013.
 
En esta oportunidad proponemos un diálogo crítico atento a la recepción del pensamiento clásico en el ámbito de la fenomenología y la hermenéutica. Como se sabe, ambas son responsables de haber diseñado propuestas de acceso a los textos clásicos que han conducido a evitar aproximaciones puramente filológicas o meramente históricas. En efecto, tanto la tradición fenomenológica c omo la filosofía hermenéutica han potenciado la emergencia de claves interpretativas que reactualizan y dotan de una vigencia decisiva en el debate contemporáneo las temáticas propias de órdenes tan diversos como el método filosófico, la ontología y la epistemología, la ética y la política, la retórica y la poética o la religión y el mito.

De este modo, las contribuciones propuestas podrán optar entre las siguientes secciones:
1. Problemas de método: la lectura fenomenológico-hermenéutica del pensamiento antiguo.
2. Metafísica griega y ontología fenomenológico-hermenéutica.
3. El cuidado de sí y la apropiación del sí mismo.
4. Ethos y pólis: la filosofía práctica.
5. Poética y narración: la identidad narrativa de la existencia humana.
6. Conocimiento, verdad, intencionalidad.
7. Del buen decir: dialéctica, hermenéutica y teorías de la retórica.
8. Religión, mito y hermenéutica.

Las postulaciones deberán dar a conocer el título de la ponencia e incluirán un resumen de no más de 20 líneas, escritas en Arial 10, interlineado sencillo. Las postulaciones podrán efectuarse en línea hasta el día 30 de junio del año 2013.

El precio de las inscripción es de 40.000 pesos chilenos.

Más información contactar a Iván de los Ríos: i.delosrios@unab.cl

Registro de resúmenes en: http://facultades.unab.cl/fhe/2013/01/30/iv-congreso-internacional-de-fenomenologia-y-hermeneutica-actualidad-y-proyeccion-del-pensamiento-antiguo/

domingo, 25 de noviembre de 2012

Heidegger sobre la verdad (a-letheia): Índice cronológico


Cronología sobre la verdad en la obra de Heidegger

Bernhard Heiliger's Heidegger Kopf.

A continuación se presenta, en orden cronológico de escritura (que en ocasiones varía considerablemente con el de publicación), los escritos en los que Heidegger abordó el tema de la verdad. En primer lugar, aparece el título original y año de redacción. A continuación se indica, cuando corresponde, la parte específica de la obra que está dedicada a la verdad. Por último, si hay traducción al castellano o al inglés. Adicionalmente, se señala el volumen de la Gesamtausgabe al que corresponde la obra con la abreviatura GA.

1.    Phänomenologische Interpretationen zu Aristoteles. Ausarbeitung für die Marburger und die Göttinger Philosophische Fakultät (1922). Publicado el 2003, no está en GA. Se han publicado también los apuntes de Oskar Becker: “Übungen über Phänomenologische Interpretationen zu Aristoteles (Nikomachische Ethik VI; de animaMetaphysik VII) (Wintersemester 1922/23)”, en: Heidegger-Jahrbuch, Vol. 3, 2006.
Incluyen reflexiones sobre De Anima, Metafísica VII y Ética Nicomáquea VI. Sobre esta última es que aborda el tema de la verdad como aletheia.

2.    Einführung in die phänomenologische Forschung (1923-1924). GA 17.
La parte sobre el retorno a Descartes y a la ontología escolástica aborda el verum esse.
Traducción: Introducción a la investigación fenomenológica, trad. J. J. García Norro, Madrid: Síntesis, 2008.

3.    Platon: Sophistes (1924-1925). GA 19.
En especial, la primera característica de la aletheia, en las Consideraciones preliminares; la aletheia como fundamento de la investigación platónica sobre el ser, en la Introducción; la interpretación de los libros VI y X (capítulos 6-8) de la Ética Nicomáquea y del libro I (capítulos 1-2) de la Metafísica de Aristóteles.
Traducción: Plato's Sophist, trad. R. Rojcewicz y A. Schuwer, Bloomington: Indiana University Press, 1997.

4.    Logik. Die Frage nach der Wahrheit (1925-1926). GA 21.
Traducción: Lógica. La pregunta por la verdad, trad. J. A. Ciria, Madrid: Alianza, 2004.

5.    Sein und Zeit (1927). GA 2.
Parágrafo 44. a) El concepto tradicional de verdad y sus fundamentos ontológicos; b) El fenómeno originario de la verdad y el carácter derivado del concepto tradicional de verdad; c) El modo de ser de la verdad y la presuposición de la verdad.
Traducción: Ser y tiempo, trad. J. E. Rivera, Madrid: Trotta, 2009.

6.    Einleitung in die Philosophie (1928-1929). GA 27.
Capítulo 3 sobre verdad y ser.
Traducción: Introducción a la filosofía, trad. M. Jiménez Redondo, Madrid: Cátedra, 1999.

7.    Was ist Metaphysik? (1929), GA 9
Epílogo sobre la metafísica y la verdad del ser.
Traducción: “Qué es metafísica”, en: Hitos, trad. H. Cortés y A. Leyte, Madrid: Alianza, 2007.

8.   Vom Wesen der Wahrheit (1930). GA 9.
Traducción: “De la esencia de la verdad”, en: Hitos, trad. H. Cortés y A. Leyte, Madrid: Alianza, 2007.

9.    Vom Wesen der menschlichen Freiheit. Einleitung in die Philosophie (1930). GA 31.
Capítulo 2 sobre la comprensión griega de la verdad como desocultamiento, el ser verdadero como el ser más propio y éste como el presente simple y constante.
Traducción: The essence of human freedom. An introduction to philosophy, trad. T. Sadler, New York: Continuum, 2002.

10.    Vom Wesen der Wahrheit. Zu Platons Höhlengleichnis und Theätet (1931-1932). GA 34.
Traducción: De la esencia de la verdad. Sobre la parábola de la caverna y el Teeteto de Platón, trad. A. Ciria, Barcelona: Herder, 2007.

11.    Platons Lehre von der Wahrheit (1931-1932, revisado en 1940). GA 9.
Traducción: “La doctrina de Platón acerca de la verdad”, en: Hitos, trad. H. Cortés y A. Leyte, Madrid: Alianza, 2007.

12.    Sein und Wahrheit. 1. Die Grundfrage der Philosophie (1933). 2. Vom Wesen der Wahrheit (1933-1934). GA 36-37.
Traducción: Being and Truth, trad. G. Fried y R. Polt, Bloomington: Indiana University Press, 2010.

13.    Einführung in die Metaphysik (1935). GA 40.
Capítulo 4 sobre la delimitación del ser.
Traducción: Introducción a la metafísica, trad. A. Ackermann, Barcelona: Gedisa, 1993.

14.    Der Ursprung der Kunstwerkes (1935-1936). GA 5.
Apartados sobre la obra y la verdad, y sobre la verdad y el arte.
Traducción: “El origen de la obra de arte”, en: Caminos de bosque, trad. H. Cortés y A. Leyte, Madrid: Alianza Editorial, 1998.

15.    Grundfragen der Philosophie. Ausgewählte "Probleme" der "Logik" (1937-1938). GA 45.
Capítulo 4 sobre la necesidad de la pregunta por la esencia de la verdad y el inicio de la historia de la verdad.
Traducción: Preguntas fundamentales de la filosofía. «Problemas» selectos de «lógica», trad. A. Xolocotzi, Granada: Comares, 2008.

16.    Beiträge zur Philosophie (Vom Ereignis) (1936-1938). GA 65.
Sección V, c), sobre la esencia oscilante de la verdad.
Traducción: Aportes a la filosofía. Acerca del evento, trad. D. Picotti, Buenos Aires: Biblos, 2003.

17.    Besinnung (1938-1939). GA 66.
Sección V: Verdad y saber.
Traducción: Meditación, trad. D. Picotti, Buenos Aires: Biblos, 2006.

18.    Parmenides (1942-1943). GA 54.
Traducción: Parménides, trad. C. Másmela, Madrid: Akal, 2005.

19.    Heraklit. 1. Der Anfang des abendländischen Denkens (Heraklit) 2. Logik. Heraklits Lehre vom Logos (1943-1944). GA 55.
Traducción: Heráclito,  trad. C. Másmela, Buenos Aires: El Hilo de Ariadna, 2012.

20.    Alétheia (Heraklit, Fragment 16) (1951). GA 7.
Traducción: “Aletheia (Heráclito, Fragmento B 16)”, en: Conferencias y artículos, trad. E. Barjau, Barcelona: Ediciones del Serbal, 2001.

21.    Hegel und die Griechen (1958). GA 9.
Traducción: “Hegel y los griegos”, en: Hitos, trad. H. Cortés y A. Leyte, Madrid: Alianza, 2007.

22.    Das Ende der Philosophie und die Aufgabe des Denkens (1964). GA 14.
Traducción: “El fin de la filosofía y la tarea del pensamiento”, trad. A. Sánchez Pascual, en: Kierkegaard vivo, Madrid: Alianza, 1968.

23.    Seminare (1951-1973). GA 15.
Traducciones: Four Seminars: Le Thor 1966, 1968, 1969, Zähringen 1973, trad. A. Mitchell y F. Raffoul, Bloomington: Indiana University Press, 2003.
Seminario en Zähringen (1973)”, trad. C. Di Silvestre, en: Alea. Revista internacional de Fenomenología y Hermenéutica, Vol. 4, 2006.

miércoles, 25 de julio de 2012

Studia Heideggeriana, Vol. 1, 2011: Heidegger-Kant

El 5 de septiembre de 2008, en la ciudad de Buenos Aires, Bernardo Ainbinder, Francisco de Lara, Francisco Gómez y Alfredo Rocha de la Torre fundaron la Sociedad Iberoamericana de Estudios Heideggerianos, asumiendo la misión de "apoyar la investigación especializada acerca de la filosofía de Martin Heidegger en Iberoamérica, difundir los productos de dicha investigación y entablar contacto con las diversas asociaciones, sociedades y grupos dedicados a la obra del filósofo alemán en el ámbito mundial". Esta empresa fue inmediatamente alentada por Franco Volpi, filósofo italiano especializado en las obras de Heidegger y Schopenhauer, especialmente vinculado con la filosofía latinoamericana. Lamentablemente, Volpi murió unos meses después. La SIEH creó entonces un premio internacional con su nombre y le dedicó como homenaje el Congreso Internacional Martin Heidegger celebrado en Colombia del 6 al 9 de octubre de 2009. En el 2011, organizaron el primer congreso de la Sociedad en Chile. Otros filósofos miembros de la SIEH son: Alejandro Vigo, Arturo Leyte, Carlos B. Gutiérrez, Carlos Másmela, Felipe Martínez Marzoa, Ramón Rodríguez, Roberto Walton, Jorge Eduardo Rivera, Alberto Rosales y Ángel Xolocotzi. El Perú, que tuvo una importante influencia y alumnos directos de Heidegger como Alberto Wagner de Reyna, Víctor Li Carrillo y Federico Camino, no tiene aún representación en ella, evidentemente por la escasa participación de nuestros académicos en eventos y publicaciones especializadas.


La SIEH ha logrado publicar, con algunos meses de retraso, el primer volumen de su revista Studia Heideggeriana, que está dedicado a la relación de Heidegger con la filosofía de Kant. El contenido de este volumen es el siguiente:
  • "Introducción. De la filosofía trascendental a la ontología fundamental" por Bernardo Ainbinder.
  • "'La cosa más hermosa es que comienzo a amar realmente a Kant'. El lugar de Kant en la obra temprana de Heidegger" por Jesús Adrián Escudero.
  • "El neokantismo heideggeriano en las tensiones de la filosofía trascendental" por Andrés Crelier.
  • "Ser, percepción y presencia" por José M. García Gómez del Valle.
  • "Lenguaje, temporalidad y significado: de la Crítica de la razón pura a Ser y tiempo" por Daniel Leserre.
  • "El don de la intuición en la interpretación heideggeriana de Kant" por Susi Ferrarello.
  • "Heidegger e a ilusão transcendental" por Róbson Ramos dos Reis.
  • "Libertad como causa. Heidegger, Kant y el problema metafísico de la libertad" por Alejandro G. Vigo.
Studia Heideggeriana no ha podido tener un mejor comienzo que con la acertada decisión editorial de este primer volumen, con el que no se intenta establecer una probidad filológica por parte de Heidegger hacia Kant, sino medir el alcance del proyecto de la filosofía trascendental en el de la ontología fundamental y viceversa. Para ello se tiene en cuenta que Heidegger remite al filósofo de Königsberg no para explicarlo sino para aclarar su propia posición, con lo cual, no obstante, plantea desafíos para la filosofía trascendental a la vez que sugiere aproximaciones a Kant antes no desarrolladas, independientemente de si se comparte o no su particular apropiación. Ainbinder pone como ejemplo las referencias a Kant en el parágrafo 7 de Ser y tiempo. La primera de manera implícita, impugnando la concepción del fenómeno como mera apariencia (Erscheinung), tal como ocurre con Kant. La segunda, explícita más bien, en los siguientes términos:
En el horizonte de la problemática kantiana lo que se entiende fenomenológicamente por fenómeno puede ilustrarse mutatis mutandis– en la forma siguiente: lo que en los 'fenómenos', es decir en el fenómeno, entendido en sentido vulgar, ya siempre se muestra previa y concomitantemente, aunque no en forma temática, puede ser llevado a una mostración temática, y esto‐que‐así‐se‐muestra‐en‐sí‐mismo ('formas de la intuición') son los fenómenos de la fenomenología. Porque evidentemente espacio y tiempo tienen que poderse mostrar así, tienen que poder volverse fenómeno, si Kant pretende formular un enunciado trascendental fundado en las cosas mismas cuando dice que el espacio es el 'en dónde' a priori de un orden (SZ, p. 31).
El desafío fenomenológico para la filosofía kantiana, como se ve, es el de fundar en las cosas mismas los enunciados trascendentales. Eso hace posible volver con otra mirada a Kant, preguntándose, por ejemplo, por el rol de la estética trascendental (ese "en dónde", el Dasein como locus de toda donación) en la determinación kantiana de las categorías. Esta misma manera de abordar la relación de Heidegger con Kant puede ser orientadora respecto a otras de sus polémicas interpretaciones; sobre todo las de Heráclito, Parménides, Platón, Aristóteles, Leibniz, Hegel, Schelling y Nietzsche.

Ahora bien, los artículos aquí reunidos dan luces especialmente sobre la importancia de la filosofía kantiana para Heidegger, no sólo desde la publicación de Kant y el problema de la metafísica (1929), sino desde el tiempo en que redactaba Ser y tiempoEn su artículo inicial, Jesús Adrián Escudero recuerda que, en carta del 23 de agosto de 1925, Heidegger le escribe a Hannah Arendt: "Estoy a menudo en Königsberg: no sólo porque leo a Kant 'para reponerme' y, al hacer esto, me doy cada vez más cuenta de que aquello que hoy se impone con el nombre de filosofía se ha vuelto una miseria, incluso por estilo y por actitud". El mismo año le comenta a Karl Jaspers: "La cosa más hermosa es que comienzo a amar realmente a Kant". En 1927 escribe a Elisabeth Blochmann: "He vuelto a leer de un tirón la Crítica de la razón pura de Kant y he obtenido de esta admiración muchas enseñanzas, fortalecimientos y esclarecimientos". Y en carta del 12 de febrero de 1928 le dice otra vez a Jaspers: "Actualmente me estoy 'reponiendo' cotidianamente con Kant, que puede ser interpretado con un ímpetu todavía mayor que Aristóteles. Creo que tiene que ser redescubierto de manera completamente nueva". Escudero muestra incluso que su temprano alejamiento del catolicismo, luego que éste adoptara como sistema filosófico el antimodernismo de corte neotomista, está enmarcado en la relación con Kant a través de su maestro, el neokantiano Rickert, a quien le escribe en 1913: "Hasta la fecha no existe en toda la literatura de la 'filosofía católica' ni un solo libro, ni un solo ensayo en el que se ofrezca una comprensión aproximadamente correcta de Kant".

Kant acompañó a Heidegger durante toda su vida. Ya casi al final de la misma, en los conocidos seminarios de Zollikon, afirmaba a sus alumnos que "lo que he llamado ontología fundamental no es sino la filosofía trascendental".


Título: STUDIA HEIDEGGERIANA, VOL. 1, 2011: HEIDEGGER-KANT
Autor: BERNARDO AINBINDER (Editor)
Formato: 13 x 20 cms.
Páginas: 248
Editorial: Teseo; Sociedad Iberoamericana de Estudios Heideggerianos
Ciudad: Buenos Aires
Año: 2012
ISBN: 978-98-718-6724-0
ISSN: 2250-8740

Reseña editorial:
Este primer volumen de la serie Studia Heideggeriana reúne trabajos dedicados a los más diversos aspectos de la relación entre Heidegger y Kant, tomando en cuenta tanto la filosofía teórica como la filosofía práctica kantiana, la obra temprana de Heidegger y su recorrido a partir de los años ’30. La invitación a interrogar la relación Heidegger-Kant que motiva este libro no apunta a verificar la probidad filológica de la lectura heideggeriana (que, como es sabido, es cuanto menos dudosa) sino a comprender en qué medida la lectura de Heidegger permite iluminar aspectos no directamente tematizados por el propio Kant que son empero esenciales al proyecto de la filosofía trascendental y en qué medida, complementariamente, leer a Heidegger desde Kant permite echar luz sobre aspectos de la ontología fundamental problemáticos o no inmediatemente evidentes.


Página Web de la Editorial Teseo.

Página Web de la SIEH.

miércoles, 13 de julio de 2011

Los rostros de Jano de Luis E. Bacigalupo

Reproduzco la nota editorial del libro de Luis Bacigalupo, Los rostros de Jano. Ensayo sobre San Agustín y la sofística cristiana (Lima: PUCP, 2011). No escribo aquí sobre éste por dos motivos. El primero es que, aun cuando conozco bastante bien la tesis del libro y su desarrollo, por diálogos con el autor, y aunque he colaborado con dos de las fuentes allí citadas, no he leído aún el resultado finalmente publicado. Y el segundo es que me he comprometido a realizar una reseña formal sobre el mismo (en su momento actualizaré esta entrada para indicar dónde se publicará dicha reseña). Por lo demás, sabiendo bien de qué trata, recomiendo la lectura de este ensayo que ofrece Bacigalupo no sólo a los especialistas en el pensamiento agustiniano, sino más que nada a todo creyente cristiano, para que ahonde en las fuentes de su religión con una mirada lúcida y renovadora (Bacigalupo resalta las fuentes no-platónicas del obispo de Hipona), y asimismo a todo buen ateo, porque el pensamiento de San Agustín es un pilar fundamental de la fe cristiana que debe serle conocido y, más aún, si es por medio de un ensayo que está escrito en abierta polémica con la teología oficial y su tradicional (y cómoda) recepción del corpus agustiniano. Además, este libro no supone meramente un interés paleontológico, sino que se dirige a la reflexión sobre el sentido y las posibilidades de la religión actual. En ese sentido, tengo entendido que el autor continuará con la impronta aquí iniciada a través de otros dos ensayos que echen más luces sobre el tránsito cristiano a una modernidad que desemboca en la secularización, mas no únicamente como réplica a la religiosidad precedente, sino además (y quizá especialmente) como una reformulación y continuidad de esa misma religiosidad; es decir, de sus componentes nucleares. Esperemos que, entretanto, esta primera entrega se abra paso más allá de los muros de la academia, porque allí afuera es donde crecen los matorrales de la fe, mientras que nuestros filósofos suelen quedarse adentro, al lado de su chimenea y frente a un espejo, exentos de batallas, pues les da igual si la filosofía sigue siendo esclava de la teología.


Título: LOS ROSTROS DE JANO. ENSAYO SOBRE SAN AGUSTÍN Y LA SOFÍSTICA CRISTIANA
Autor: LUIS E. BACIGALUPO

Páginas: 175
Editorial: Fondo Editorial de la Pontificia Universidad Católica del Perú
Ciudad: Lima
Año: 2011
Prólogo: Jean Grondin.
ISBN: 978-9972-42-962-0

Reseña editorial:
Acaba de publicarse Los rostros de Jano. Ensayos sobre san Agustín y la sofística cristiana (Fondo Editorial PUCP, 2011), libro de Luis Bacigalupo que nos permite redescubrir el mundo de uno de los pensadores más fascinantes e influyentes de la filosofía occidental y hacer, además, una revisión profunda de las categorías de las que nos servimos para comprenderlo.

En este trabajo, Bacigalupo nos va mostrando que san Agustín resulta ser no solo un ilustre retórico formado en la tradición jurídica romana, sino un escéptico y un sofista; es decir, se trata de una tesis provocadora que rescata los aspectos positivos de la “sofística” cristiana y critica la pretensión de ignorarla como si se pudiera eliminar uno de los rostros de Jano —dios romano caracterizado por su doble faceta que mira en direcciones contrarias.

En ese sentido, el instrumental utilizado por san Agustín para defender la doctrina cristiana y ejercer su crítica contra la falta de bases científicas de la misma es lo que Bacigalupo denomina el efecto Celso y es el centro significante de la metáfora de Jano.

Este trabajo no solo propone una nueva mirada al pensamiento agustiniano, sino que va más allá al ofrecer una acertada crítica de un cristianismo cuya desatendida veta sofista reclama ser reinventada para expresar la verdad religiosa en consonancia con los signos de los tiempos.

Luis E. Bacigalupo (Lima, 1955) es doctor en Filosofía por la Universidad Libre de Berlín y profesor principal de la Pontificia Universidad Católica del Perú. Ha publicado Intención y conciencia en la Ética de Abelardo (Lima, 1992) y coeditado, junto a Manuel Marzal, Los jesuitas y la modernidad en Iberoamérica 1549-1773 (Lima, 2007). Asimismo, es autor de numerosos artículos en publicaciones especializadas de Europa, Estados Unidos y Latinoamérica.

martes, 17 de mayo de 2011

El talón de Aquiles (Pontificia Universidad Católica del Perú)




El Centro de Estudios Filosóficos (CEF) de la Pontificia Universidad Católica del Perú ha lanzado un "portal de recursos para la enseñanza de la filosofía" llamado El talón de Aquiles. Hay que felicitar, sin duda, el esfuerzo continuo del CEF en la promoción de la filosofía en el Perú, en el que se inscribe la creación de este portal que puede ciertamente ser muy útil en la recopilación de información que aparece dispersa en la Internet y a la que muchas personas, si bien podrían acceder, no tienen la facilidad o el tiempo para realizar por su cuenta búsquedas detalladas.

La imagen del talón de Aquiles (junto a la del Caballo de Troya) es de las pocas referencias míticas griegas que permanecen de uso común en el imaginario popular. Con ella se señala la ineludible fragilidad de quien aparenta no tener ninguna otra debilidad fatal: "ése es su talón de Aquiles". E incluso se usa también, de forma mucho más libre y un tanto incorrecta, para señalar una multiplicidad de debilidades: "tiene muchos talones de Aquiles". En el portal se señala que con la expresión se quiere caracterizar el trabajo de la filosofía, en el sentido de recordarle a las personas esa vulnerabilidad propia de la condición humana. Ello no puede ser sino bienvenido, toda vez que esto supone afirmar el espíritu crítico de la filosofía, incluso contra sus propios dogmas. Ahora bien, me temo que esta primera versión del portal no sólo tiene un talón vulnerable como el de Aquiles, sino algunas otras partes del cuerpo también. Señalo a continuación lo más saltante que me parece que puede ser mejorado.

En la presentación misma hay cierta confusión de términos que puede parecer una exquisitez erudita corregir, pero que no lo es si el portal quiere mantener rigurosidad académica y no ser simplemente un canal de popularización del oficio. Esto, sobre todo, desde que Platón nos previniera de no separar lo que debe estar unido, ni unir lo que debe mantenerse separado. Me refiero al hecho de poner en un mismo plano al mito homérico y lo que llaman "cuidado del alma". En Homero no hay tal cosa porque, como lo trabajó Bruno Snell hace ya varias décadas, no existe en la concepción homérica del hombre algo así como "el alma", ni mucho menos habría que cuidarla. Eso es platónico, porque, además, no todo filósofo comparte esa obsesión anímica, como es el caso de Nietzsche; por lo que no es tan buena idea caracterizar así a la filosofía, más allá de que suene bonito para quienes buscan en ella lo que podrían encontrar mejor yendo a un terapista. Hay que evitar, pues, el uso antojadizo de los mitos griegos que los descontextualiza. Eso no ayuda a una buena formación filosófica.

En cuanto a los filósofos sobre los que se ofrece información, hay una buena cantidad: 43 filósofos que representan corrientes y épocas diversas. A primera vista, sin embargo, noto la ausencia de por lo menos una veintena de filósofos importantes que ojalá sea cubierta pronto. Entre ellos están: Tales (que no por gusto es considerado el primer filósofo), Heráclito y Parménides (por no mencionar a los otros presocráticos que podrían ser agrupados en conjunto), Epicuro (importante en la disyuntiva epicureismo-estoicismo que mucho se maneja pero poco se conoce), Sexto Empírico (como representante de una línea escéptica crucial para entender las refutaciones e inclusiones de los argumentos escépticos en Aristóteles, Plotino, San Agustín, Descartes, Husserl, etc.), el mismo Plotino (el neoplatonismo está bastante descuidado en la selección), Cicerón y Séneca (por no mencionar a estoicos "rebuscados"), San Anselmo (sin el cual no hubiese habido escolástica), Siger de Brabante (crucial para entender la empresa del Aquinate), Ockham (que es necesario para entender los precedentes del criticismo kantiano y de la reforma luterana), Meister Eckhart, Nicolás de Cusa, Giordano Bruno (el vínculo entre Edad Media y modernidad no está presente), Voltaire (importantísimo junto a Rousseau y otros en el contexto de la Revolución francesa), Fichte y Schelling (sin los cuales no puede entenderse en lo más mínimo el idealismo alemán y que son quizá las ausencias más notables), Feuerbach (como representante del influyente hegelianismo de izquierda), Kierkegaard y Schopenhauer (otro par de ausencias inexplicables), y ya en el terreno de la filosofía contemporánea, y dado que hay inclusiones asombrosas como las de Dewey, Ayer y Nussbaum, por qué no incluir también a Bergson, Sartre, Fink, Merleau-Ponty, Jaspers, Deleuze y Derrida.

Si bien la filosofía peruana y la latinoamericana en general no son tan significativas como la europea y la anglosajona, no incluirlas redunda en el desconocimiento de aquello que, para bien o para mal, hemos sido y somos filosóficamente hablando. Que alguien estudie filosofía en el Perú y no sepa que Javier Prado (el mismo de la transitada avenida) fue un filósofo (independientemente de su valor como tal), dice bastante al respecto.

El llamado pensamiento oriental es otra exclusión importante, sobre todo siendo que están de moda los gurús que casi siempre simplifican y deforman las longevas tradiciones orientales. Teniendo a un brillante orientalista como José León en la PUCP, el asunto es más lamentable aún.

Otras dos ausencias notables dentro de las áreas colocadas en el portal son la estética o filosofía del arte y la filosofía de la religión. Teniendo la filosofía sus fuentes en la literatura y la religiosidad griegas, no son ausencias secundarias.

Por otro lado, el diseño de las páginas es muy poco atractivo. Los dibujos de los filósofos son simpáticos pero poco más que eso (y, dicho sea de paso, la Iglesia católica no le ha colocado aureola a Abelardo, ni falta le hace; y ese San Agustín parece un Juan Pérez). Pero lo principal es la poca interacción que ofrece el portal, que es demasiado estático, coloca muchas cosas juntas, los colores no ayudan a la lectura, no se resalta la información relevante sino que todo es bastante monótono, y no se aprovechan satisfactoriamente los recursos técnicos que ofrece la llamada Web 2.0 o recursos habituales en páginas Web como las animaciones Flash.

El portal señala en la descripción de su nombre su objetivo, pero lo que no parecen sus creadores tener claro son los criterios sobre la estructura, los contenidos y la utilidad del portal. Este es, a mi juicio, su principal error. Creo que no se trata de divulgar cuanta información se encuentre en la Internet, sin un tamiz crítico que la academia puede precisamente brindar. Sin embargo, esa parece ser la lógica de lo que hasta ahora ha sido colocado en las distintas páginas. Lo que se deja extrañar son esos criterios y la información que a partir de ellos pudiese orientar al estudiante, profesor o interesado en la filosofía a valorar unas fuentes más que otras, a conocer cuáles son las mejores traducciones y ediciones disponibles y por qué, a señalar las simplificaciones o reduccionismos que debieran ser advertidos, etc. Incluso a ofrecer precisiones biográficas importantes que no se encuentran ni en la Enciclopedia Británica ni en Wikipedia.

En la línea de lo anterior, se puede observar que no ha habido criterios adecuados para el manejo de la información. Por ejemplo, los títulos de los artículos a veces son puestos en mayúsculas y a veces no; no hay diferenciación entre títulos de libros y de artículos, etc. La estructura del portal es en varios puntos confusa (la misma página de inicio no orienta sobre todo el contenido disponible). No hay un buscador avanzado (más allá de aquél del archivo) ni un mapa del sitio, que son herramientas indispensables en un portal cuyo contenido es muy amplio y variado. Por otro lado, ¿a qué viene la clasificación de "Filosofía y actualidad"? ¿La filosofía es "actual" en la medida en que se vincule con el cine pero no en la medida en que "sólo" se lea a Platón? El portal sigue en esto el prejuicio popular en lugar de desafiarlo (dar en el talón de Aquiles).

En cuanto al contenido, la ausencia de criterios y de comentarios críticos es un poco más grave. Así, por ejemplo, algunas páginas incluyen una breve presentación de su tema mientras que otras no. Hay partes de libros presentadas como artículos (por ejemplo, el artículo que aparece como "Los problemas básicos de la Fenomenología" de Heidegger, es una traducción de la Introducción del libro homónimo). Lo mismo con el texto enlazado de Merleau-Ponty, que además es un enlace sin un mínimo de rigor académico, puesto que no colocan referencia alguna de la fuente utilizada. En el portal podrían colocar una indicación sobre si las fuentes ofrecidas están completas o no, así como una nota crítica, pero no lo hacen; colocan el enlace sin más, lo que es realmente de muy poca ayuda para quien no tiene conocimientos sobre las fuentes y ediciones disponibles. Tampoco hay distinción entre fuentes primarias y secundarias, y hay textos que no son en absoluto filosóficos, como el informe del PNUD (La democracia en América Latina). En general, el portal depende mucho del contenido que puede ser libremente distribuido (aunque algunos casos son también dudosos a este respecto); ése parece haber sido el único criterio, cuando cualquier persona sabe que los contenidos disponibles en Internet son muy variados y no siempre confiables. Eso también con los videos de Youtube enlazados.

El portal podría haberse enriquecido a su vez con enlaces al acervo disponible en la Biblioteca de la PUCP. Ya sea a través de meras referencias bibliográficas, brevemente comentadas, o de lo que ésta vaya facilitando para acceso libre en línea, como es actualmente el caso de las tesis. Para mejorar la calidad del portal, deben revisarse cuidadosamente todos los enlaces colocados. No se entiende por qué el enlace de las revistas de la PUCP aparece en la página de Fenomenología. Tampoco por qué no sale allí el enlace que ponen en la página de Hermenéutica al Círculo Latinoamericano de Fenomenología. Y, por último, tratándose de "recursos para la enseñanza de la filosofía", sería bueno que distinguieran explícitamente entre recursos para una enseñanza introductoria (incluyendo a la educación escolar) y recursos para una enseñanza más especializada.

En fin... se trata de una buena idea y de un portal necesario, pero que, por el momento, tiene varias fallas importantes que a mi juicio justificaban que no sea aún lanzado. En todo caso, ahí está y seguramente será mejorado para convertirse en la herramienta útil que pretenden sus creadores que sea, con el mismo rigor y solvencia en el que hemos sido formados quienes estudiamos filosofía en esta universidad.

martes, 25 de enero de 2011

Fe y filosofía de Paul Ricoeur

Paul Ricoeur (1913-2005) es conocido como uno de los más sugerentes esponentes de la fenomenología y la hermenéutica. Su principal objeto de estudio fue la naturaleza del texto y su lectura, lo que lo llevó a interesarse por la simbólica, el testimonio, la memoria, la autoconciencia, entre otros aspectos de la interpretación. Uno encuentra en sus obras la que quizá sea la mejor hermenéutica de la tradición judeocristiana, que las teologías suelen siempre empobrecer con sus "saltos de fe". Esto porque no se rehúsa a los conflictos entre las interpretaciones, en los que ve más bien la única posibilidad de cristalizar el sentido del ser, en tanto objeto de la filosofía. Como no es posible remontarse a ninguna instancia anterior a la de las obras del hombre, es en ellas -en el lenguaje- donde debe a su vez "expresarse toda comprensión óntica y ontológica".

La obra que aquí se presenta, sin embargo, no es de interés exclusivo de quienes quieran pensar el fenómeno religioso, ya que plantea importantes reflexiones sobre la literatura (la creación metafórica) y la comprensión filosófica de la realidad. Se trata de pensar, y Ricoeur es el filósofo que más se ha dedicado al origen del pensamiento en el lenguaje poético y simbólico, sin prejuicios antiplatónicos, porque no abandona en absoluto (como sí lo hace torpemente Rorty) las pretensiones originarias de la filosofía en tanto metafísica. Convertir a la filosofía en teoría literaria es empobrecer a ambas, a la filosofía y a las teorías literarias. Ricoeur, en cambio, tiene la valentía suficiente para seguir asumiendo el riesgo de la elaboración conceptual, pero reconociendo su deuda y su retraso frente a lo que Nietzsche (uno de sus "maestros de la sospecha", junto a Marx y Freud) llamaba "grados previos de la filosofía". Creo que la mejor caracterización de esa vocación filosófica que él tenía se halla en sus propias palabras:
Pues se trata de pensar. Yo no abandono en absoluto la tradición de racionalidad que anima a la filosofía desde los griegos; no se trata en absoluto de ceder a no sé qué intuición imaginativa, sino de elaborar conceptos que comprendan y hagan comprender, conceptos encadenados según un orden sistemático, aunque no en un sistema cerrado. Pero se trata, al mismo tiempo, de transmitir, por medio de esta elaboración de razón, una riqueza de significación que ya estaba allí, que siempre ya ha precedido a la elaboración racional. Pues ésta es la situación: por una parte, todo ha sido dicho antes de la filosofía, por signo y por enigma; es uno de los sentidos de la expresión de Heráclito: 'el Maestro cuyo oráculo está en Delfos no habla, no oculta, significa'. Por otra parte, tenemos la tarea de hablar claramente, asumiendo quizás el riesgo de ocultar, al interpretar el oráculo. La filosofía comienza desde sí, es comienzo. Así, el discurso continuado de los filósofos es a la vez reasunción hermenéutica de los enigmas que lo preceden, lo implican y lo nutren, y búsqueda del comienzo, aspiración al orden, apetito del sistema". (El conflicto de las interpretaciones, p. 292.)

Esta obra, dedicada en buena cuenta a plantear su lectura de una hermenéutica común entre fe bíblica y antropología filosófica, alcanza un verdadero punto cenital en su epílogo, en el que además cuestiona la fácil y popular pero francamente insuficiente oposición que Leo Strauss hizo entre Atenas y Jerusalén. Casi en las líneas finales se lee:
si, como parece, después de la crítica de Kant y del feroz asalto de Nietzsche, el proyecto de la teología natural se encuentra a la vez condenado desde fuera y agotado desde dentro, ¿no ha llegado el tiempo de reconducir la inteligencia de la fe a su origen, sobre una base más exegética que teológica, mientras que la filosofía por su lado ha de ser intimada a renunciar a su hybrís totalizante y fundacional? Pero esta nueva separación entre inteligencia de la fe y antropología filosófica, a la que hace justicia mi propia obra, no pone fin sin embargo a la tarea para la fe bíblica de ser una fe pensante, ya que el mundo cultural al cual ella no deja de pertenecer ha sido de una vez para siempre educado en el concepto. Es perfectamente inútil oponer Jerusalén a Atenas. Es por ello que la inteligencia de la fe, de la que no se ha cesado de hacer cuestión en este epílogo, no puede no integrar los instrumentos reflexivos e intelectuales que debe a esta cultura de origen griego. En este sentido, es en su mismo seno que una fe pensante debe continuar el diálogo de la representación y el concepto. Así somos reconducidos al punto de partida de esta meditación, a saber, el carácter hermenéutico común a la fe bíblica y a la filosofía. (p. 197.)

En lo que atañe a la edición, ésta podría haber sido mucho más cuidadosa. Se omiten, por ejemplo, las páginas de respeto entre el índice y el estudio preliminar, así como entre este último y la obra misma. Mi ejemplar tiene además, en una página de dicho estudio, una mancha de origen; es decir, de impresión, que, si bien no cruza mucho el texto, denota falta de revisión por parte del impresor y del editor. Otras carencias más importantes son la falta de una nota sobre los criterios de traducción y de compilación (se trata de artículos de distinta procedencia que aparecen como capítulos) y la falta de una adecuada presentación de esta obra en particular (el estudio preliminar es una presentación de la obra de Ricoeur en general). Además se encuentra numerosas erratas, gazapos y errores de tipeo que evidentemente se deben a la corrección automática del procesador de textos, todo lo cual perturba seriamente la lectura. Dicho esto, recomiendo vivamente el contenido de este libro, tanto si se es creyente como especialmente si no lo es, y, en la medida de lo posible, recurriendo a los artículos originales mencionados al comienzo de cada "capítulo". No obstante, eso no puede ser hecho con todas las fuentes porque incluye textos aparentemente inéditos, por lo que, a pesar del excesivo descuido del grupo encargado, vale la pena adquirir esta edición.


Título: FE Y FILOSOFÍA. PROBLEMAS DEL LENGUAJE RELIGIOSO
Autor: PAUL RICOEUR
Formato: 15 x 21 cms.
Páginas: 198
Editorial: Prometeo Libros; Pontificia Universidad Católica Argentina
Ciudad: Buenos Aires
Año: 2008
Traducción: Néstor Corona, Ricardo Ferrara, Juan Carlos Gorlier y Marie-France Begué
ISBN: 978-987-574-275-8
Materia: Religión

Reseña editorial:
Dice Paul Ricoeur: "En la misma medida en que defiendo mis escritos filosóficos contra la acusación de cripto-teología, me guardo con el mismo cuidado de asignar a la fe una función cripto-filosófica, lo que sería seguramente el caso si se esperara de ella que 'cierre los agujeros' abiertos por las múltiples aporías en las que, según me parece, desembocan problemas tales como el de la identidad del sí mismo a través del tiempo o los dilemas morales abiertos por los conflictos de los deberes. Con respecto a esto, me cuido de aplicar a la relación entre filosofía y fe bíblica el esquema pregunta-respuesta, como si la fe aportara sus propias respuestas a las preguntas que la filosofía plantearía y dejaría abiertas. Es preciso reconocer que también la filosofía asume a menudo el carácter de respuesta, así como que la fe es frecuentemente interrogante. Para inteligir la relación entre fe y filosofía, es preciso reconocer la diferencia entre problema y llamado. Resolver un problema planteado es lo que nosotros hacemos y formulamos en filosofía o en matemáticas; en cambio, un llamado es recibido, no como viniendo de nosotros, sino, para el creyente judío o cristiano, de una Palabra recogida en las Escrituras y trasmitida por las tradiciones que resultan de ellas, según una multiplicidad de caminos suscitados por la diversidad primitiva de estas Escrituras, ninguno de los cuales agota la riqueza inextinguible de la Palabra".


Página Web de Prometeo Libros.

jueves, 28 de octubre de 2010

Heidegger y la genealogía de la pregunta por el ser de Jesús A. Escudero

Jesús Adrián Escudero ha traducido de Heidegger El arte y el espacio, El concepto de tiempo, El informe Natorp, ¿Qué es la filosofía?, entre otros títulos, en los cuales ya se iba notando la profundización en sus estudios sobre el período más temprano del camino filosófico del pensador alemán. Siendo metódico y siempre justificado, como es en sus traducciones, es de esperar que este texto sea interesante, exhaustivo y bien escrito. Por lo demás, conocer la genealogía de las obras tempranas de Heidegger ayuda a tener una perspectiva más amplia de cómo se gestó su filosofía en diálogo y debate con sus coetáneos, filósofos o no, más allá de aquellas figuras históricas que él mismo irá entronizando como sus principales interlocutores.

Título: HEIDEGGER Y LA GENEALOGÍA DE LA PREGUNTA POR EL SER. UNA ARTICULACIÓN TEMÁTICA Y METODOLÓGICA DE SU OBRA TEMPRANA
Autor: JESÚS ADRIÁN ESCUDERO
Formato: 14 x 21 cms.
Páginas: 624
Editorial: Herder
Ciudad: Barcelona
Año: 2010
ISBN: 978-84-254-2696-4
Materia: Ensayo

Reseña editorial:
Este es un libro de amplio recorrido y excelentemente documentado que ofrece una visión de conjunto de la génesis y la evolución de la obra del joven Heidegger y de su temprana confrontación con la tradición filosófica, la teología, el neokantismo, el vitalismo, la hermenéutica y la fenomenología. Tomando como hilo conductor la genealogía de la pregunta por el sentido del ser, la presente obra articula, de una forma realmente comprensible, el núcleo temático y metodológico de la obra temprana de Heidegger a partir de un exhaustivo estudio de sus escritos de juventud y de una discusión abierta con la literatura secundaria más reciente.

Mas allá de las interesantes interpretaciones heideggerianas de Agustín, Pablo, Lutero, Descartes, Kant, Dilthey, Lask y, sobre todo, Aristóteles y Husserl, el pensamiento del joven Heidegger plantea una serie de problemas filosóficos que todavía hoy en día ocupan un papel central en el debate contemporáneo: desde su innovadora idea de la filosofía como fenomenología hermenéutica, el problema de la formación de conceptos y la noción de interpretación hasta la destrucción de la metafísica, y la importancia del método y su significado para toda investigación filosófica.

Sobre el autor:
Jesús Adrián Escudero es profesor en la Universidad Autónoma de Barcelona y ha sido profesor invitado en las universidades de Münster, Milano, Pádova y Torino. Se ha especializado en la obra temprana de Heidegger y ha traducido varias de las obras del filósofo alemán. También es miembro asociado de la Sociedad Iberoamericana de Estudios Heideggerianos (SIEH).

Página Web de la Editorial Herder.